sábado, 16 de abril de 2011
Pense nisso!!!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Assassinos em massa.
Todo o país ficou chocado com o recente crime ocorrido numa escola em Realengo no Rio de Janeiro no dia 07 de abril. Um ex-aluno entrou na escola, feriu várias crianças, matou 12 e logo após ter sido baleado pela polícia cometeu suicídio. Esse caso foi muito noticiado durante a semana e até saiu na imprensa internacional e não quero mais ficar tratando do crime, pois infelizmente as vidas perdidas já não voltam mais. Do que quero escrever aqui é sobre o que motivou esse rapaz tão novo a cometer tamanha barbárie, assim como outros assassinos em massa.
Nesse caso de Realengo o matador tinha um histórico de humilhações e perdas e muitos acreditam ter sido o espírito de vingança que o motivou a cometer o crime. Uma coisa já é certa: esses assassinos em massa canalizam todo esse sofrimento e angústias sofridas para estudar e planejar a maneira de vingar-se. São mentes perigosas, inteligentes, que tem consciência das conseqüências do que fazem. São crimes (bem) planejados, tanto que o rapaz carregava consigo uma mala com um lençol e uma carta dentro quando entrou na escola. Ela sabia bem o que estava fazendo. Destruiu em sua casa o que poderia servir de pistas ou provas sobre ele e seus comparsas, mas felizmente a polícia conseguiu resgatar algumas informações. Outro caso bem conhecido ocorreu em 2007. Um sul-coreano matou 32 pessoas nos Estados Unidos em uma escola técnica e depois suicidou. Mas o que levou essas pessoas a cometerem tantos assassinatos? E porque homens?
Algumas pesquisas já mostraram que mulheres são menos propensas a sentir raiva do que os homens. Para os homens as coisas se resolvem na “porrada”, na violência, na agressão física. Já as mulheres tendem a usar o chamado pelo psicólogo Nicki Crick de "agressão relacional", caracterizada por boatos, fofocas, flagrantes, zombaria etc.
Os assassinos em massa têm pontos em comum quanto ao seu histórico de vida, atitudes e pensamentos. Fox e Jack Levin, diretor do Centro Brudnick para Conflito e Violência, da Northeastern, listaram cinco fatores: “Um longo histórico de frustração e fracasso; tendência a culpar os outros e nunca aceitar a culpa por seus próprios erros; ser socialmente isolado e solitário; passar por algum tipo de ‘gota d'água,’ como ser abandonado pela namorada ou demitido de um emprego e ter acesso a armas de fogo, preferivelmente de alta potência”.
Todos nós passamos por perdas, sofrimentos, medos angústias, humilhações, desgostos, aflições, uns mais, outros menos é verdade. Mas para uma pessoa tornar-se criminosa como nesses casos, é necessário bem mais que isso. Acredito que essas pessoas devam ter algum tipo, algum grau de doença mental, como no caso de Realengo, que já foi comprovado que o homicida fazia até tratamento, mas havia deixado há algum tempo.
Essas pessoas se revoltam contra a sociedade, intensificam o que vivem de uma forma negativa, se vêem como vítimas, acham que foram injustiçados, culpam os outros por seus fracassos e sentem que a vida não vale a pena. E antes de morrerem, geralmente suicidando, eles precisam de alguma satisfação, alívio de ter feito justiça, de ter se vingado, punindo aqueles que eles consideram responsáveis.
O governo brasileiro deve tomar como base esse e outros tantos casos e cuidar para que essas pessoas doentes sejam tratadas e assim poderem conviver em sociedade. Porque enquanto família e Estado não se unirem para olhar por essas pessoas, eles estão olhando pela gente, e sabe lá planejando o quê.
domingo, 3 de abril de 2011
Tiririca: o deputado mais votado do Brasil...
Preconceito contra os negros ou apenas um mal-entendido?
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Recadinho...
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
"O ano termina e nasce outra vez..."
Mais um ano está começando e com ele novas promessas, sonhos, esperanças, votos de paz, prosperidade e felicidades. O Natal passou e você já reviu aquele seu parente que mora distante, já pediu desculpas a sua vizinha chata e intrometida (afinal de contas você não quer começar um ano brigada com alguém), recebeu na sua casa aquela pessoa não muito querida, ganhou a camisa oficial do seu time ou aquela maquiagem que você tanto queria e que não podia comprar naquele momento, ganhou também um pano de prato ou um barbeador elétrico que pouco vai mudar na sua vida e que você queria até trocar, mas que por causa dos bons modos guardou o presente e disse: “- Que ótimo, era o que eu estava precisando!”
Chega o Ano Novo (quase) todos se reúnem mais uma vez e a meia-noite todos se abraçam desejando felicidades e um bom ano novo...
Toooodo aaaano é do mesmo jeito... Mas de que adianta tudo isso se logo depois as coisas voltam ao “normal” e as pessoas esquecem o que fizeram, o que disseram, desejaram?
Não vou negar que gosto muito dessas datas, mas será que é necessário uma data como o Natal ou o Ano Novo pra se pedir desculpas, para amar, para presentiar, para aconselhar, retribuir um gesto de carinho, fazer as pazes, visitar quem está longe, ou ligar pra apenas dizer: “Estou aqui quando precisar”. É muita hipocrisia desejar o bem da boca pra fora pra quem você não quer bem, é muita covardia se esconder atrás de uma data pra dizer: “eu te amo”, “me perdoa?”. O ano inteiro está aí, está começando agora: ame mais, visite mais, perdoe mais, ajude mais, faça de cada manhã da sua vida um Natal, com Jesus renascendo no seu coração e te iluminando assim como o sol faz com a terra. Faça de cada noite, um Ano Novo cheio de fogos, abraços e recomeço, assim como a madrugada transforma a escuridão da noite, na claridade do dia.
E principalmente que seja um ano sem desgraças, desabamentos, soterramentos, enchentes, terremotos. Que seja mais que nunca um ano de “Direitos”. Direito a vida, a alimentação, a moradia, a segurança, a educação, a PAZ, PRA TODOS NÓS.

















